terça-feira, 7 de junho de 2016

A presença ingualável do teu ser,
Faz-me sentir, por vezes angustiada, outras vezes "afortunada"...
Não deixemos a grande muralha de ódio erguer,
Não me impeças de te levantar e ajudar quando estás magoada.

Não peço que sejas a melhor pessoa do mundo para mim...
Assim como não espero que me faças mudar.
Independentemente de tudo, estarei sempre de braços abertos para te ajudar.

As intrigas, ofensas e desentendimentos,
Fazem parecer com que haja incompatibilidade...
Ao invés disso, sinto que haja uma certa harmonia,
Porque (in)felizmente, acabas sempre por me trazer uma estranha e bizarra alegria.

Não caias no abismo da triste solidão...
Não te sintas "algo" mas sim "alguém"...
Olha para o lado e perceberás que, imediatamente, te estenderei a mão.

Versos e versos sem fim,
À procura de algo concreto e ciente para te dizer...
Chego ao fácil absurdo de já pensar:
"Algo assim é díficil de descrever'.


'PRS'

domingo, 3 de janeiro de 2016

Ela era a luz,
Ele a escuridão.
Mesmo sendo o oposto um do outro,
O amor de ambos enchia o coração.

Ela sempre quis voar,
Ele teve sempre os pés na terra,
Mas mesmo com maneiras diferentes de pensar
Nunca deixaram de se amar.

Ela era o mar,
Ele o céu.
Eles juntos são um só
E são simplesmente felizes só por amar.

Grata e feliz por eu ser a ‘ela’ e tu o ‘ele’.

domingo, 20 de dezembro de 2015

A vida assemelha-se a uma frágil folha de papel:
Uma linha feita num sítio plano acaba linda e perfeita,
Mas, por outro lado, um sítio destruído leva a um fim de vida cruel.


Enquanto há vida, há esperança.
Enquanto há força, há luta.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

A impureza e ingratidão de todo o mundo,
O egoísta e alucinado homem,
Conduzem ao delúvio,
E, consequentemente, à minha injúria e alívio.

Vivo angostiada com a estupidez humana,
Desejando mergulhar todo o meu miserável ser numa maré interminável.
Porém, até o mar me engana
Acabando eu numa amargura insuperável.

sábado, 5 de dezembro de 2015

Num pequeno e perspicaz olhar
Cabe o terrível e temoroso mundo.
O seu ser tenta esboaçar
Mas termina num poço sem fundo.

Os seus braços abraçam fortemente a natureza,
Priveligiando a naturalidade e pureza.
Acaba, porém, desmembrado e enraivecido
Graças ao homem bruto e absolamente perdido.

Olha ao seu redor...
Escuta os silenciosos gritos de pânico...
E acaba com o coração preenchido de dor.

'Viva o 2015'